Aluno AlfaCon é classificado em 3º lugar no TRT-15

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O aluno Rodrigo Bertoni foi classificado em 3º Lugar no Polo de Ribeirão Preto no concurso do Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, ele conta em seu depoimento como foi sua preparação e quais são seus planos para o futuro. Confira:

rodrigo_trt15“Ingressei no universo dos concursos públicos no início de 2013 com a finalidade de encontrar um rumo profissional, em um cenário atual de indecisões e dúvidas de um estudante recém-formado (em Química – Modalidade Bacharelado). Acabei encontrando algo que mudaria a minha vida! Consegui aliar a minha necessidade em trilhar uma nova carreira ao gosto e ao prazer pelos estudos, criando um ambiente favorável para a minha aprovação.
Confesso que não esperava obter êxito tão rápido. Logo no segundo concurso prestado (Escrevente Técnico do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), em junho do ano passado, obtive a primeira conquista: 21º lugar geral, concorrendo com mais de 7 mil estudantes. Era a “resposta” que precisava para ganhar ânimo e seguir o caminho.
Com a vaga praticamente assegurada no TJ (pensei comigo que seria nomeado em pouco tempo, mas até hoje aguardo a convocação – foram chamados 20 nomes, sou o próximo da lista) e com a autoestima elevada, procurarei outros cargos, de preferência com maiores remunerações (sem hipocrisia, já que o dinheiro é, sem dúvida, um dos grandes atrativos deste seguimento). Foi então que me deparei com o mundo trabalhista.
Desta vez, no entanto, sabendo da enorme busca pelo TRT entre os concurseiros, decidi procurar auxílio, já que não possuía nenhuma noção da área do trabalho e, com o tempo curto entre a publicação do edital e realização da prova, precisaria me esforçar muito mais do que no certame anterior para alcançar os primeiros lugares. Foi então que conheci o AlfaCon, através de sua página no Youtube. Atraído pela didática dos professores, decidi investir no meu conhecimento.
Foram menos de dois meses estudando especificamente para o TRT da 15ª região – Técnico Judiciário – com o Alfa. Essa é a prova de que é possível se preparar suficientemente para concursos deste nível em um interstício de aproximadamente 60 dias (mas, nesse período, me esforcei ao máximo, com média de oito horas diárias de estudos, de segunda a segunda, embora tivesse que conciliar o tempo com o trabalho que exercia).
O Alfacon serviu como uma bússola no meu cronograma. Direcionou toda a minha preparação, alertando para as dificuldades, as “pegadinhas” típicas do examinador, os pontos mais cobrados, e traçando a forma de divisão dos estudos (aulas + exercícios + simulado, a “fórmula da aprovação” defendida pelo Evandro Guedes). O diferencial do curso, no entanto, para mim, foi a forma de tratamento dispensada pelos professores.
Não basta somente despejar conteúdo e esperar que absorvamos tudo. É preciso, apesar das limitações proporcionadas pelas aulas à distância na modalidade “online”, interagir, proporcionar diversão, ter toda uma didática de trabalho para nos preparar também psicologicamente a fim de enfrentar a alta pressão a que somos submetidos nesta caminhada. É muito além de uma simples transmissão de conhecimento. Acredito que os integrantes do Alfa conseguiram entender essa demanda “extra” dos concurseiros e, por isso, alcançaram o sucesso atual no mercado.
Orientado pelo divertido e comprometido corpo docente, formado por pessoas que já vivenciaram aquilo que hoje estamos enfrentando, e com meus estudos direcionados objetivamente, focado naquilo que realmente está nas pretensões da banca examinadora, consegui absorver todo o conteúdo necessário no período de estudos. Cheguei preparado para o exame, e isso (sentir-se confiante), acredito eu, é uma forte arma na batalha contra os concorrentes.
No dia da prova, um baque: a Fundação Carlos Chagas decidiu mudar drasticamente a forma de abordagem e, justo no meu primeiro TRT, aplicou a mais difícil prova trabalhista para técnicos da história (é o que tem dito o pessoal mais experiente nas redes sociais). Sai da sala de aula exausto, mas, mesmo diante do nível de exigência, tinha a sensação de dever cumprido, ciente de que tinha dado o meu melhor. Três dias depois, na correção do gabarito, 52 acertos de 60, porcentagem que, em outros concursos da FCC, não seria o suficiente nem para ficar entre os mil melhores, mas me rendeu o terceiro lugar para o polo de Ribeirão Preto-SP (cidade vizinha a Franca, onde nasci e vivo desde então).
Ter o nome do topo da lista publicada pelo Diário Oficial da União foi a mais impressionante sensação que já senti em minha vida. Acredito que o sentimento se agiganta, pois é algo que você atinge com seu esforço, com seu trabalho, com sua dedicação. Embora haja grande parcela de contribuição daqueles que permanecem incondicionalmente ao seu lado, dando forças sem as quais seria difícil vencer, o prazer de ser aprovado em um concurso público é algo personalíssimo. Pertence a você, merecidamente, e ninguém tira.
Com a diminuição da euforia pelo resultado e depois de duas semanas de um merecido desanco, continuo estudando, desta vez visando ao cargo de Analista Judiciário da Área Administrativa (nível acima ao de Técnico, para o qual fui qualificado). Não sei quando serei aprovado novamente, mas já sei qual o caminho certo para outras conquistas e tenho convicção de que, leve o tempo que for, subirei mais um degrau nesta trajetória que escolhi.”

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