Concurso PM AL: Prazo para recurso encerra hoje às 18h! Não perca!

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Concurso PM AL: Gabarito Preliminar é divulgado

Confira o gabarito preliminar do concurso PM AL aqui em nosso site e nossa equipe de professores já está analisando para ver se alguma questão cabe recurso.

Concurso PM AL – SOLDADO

Prazo Recursal: 9h do dia 01/11 até às 18h do dia 08/11/2017

RECURSO – QUESTÃO DE DIREITO PENAL – Prof. Evandro Guedes
Questão 59:
Situação hipotética: No trajeto para a delegacia de polícia, a viatura policial que transportava um indivíduo preso em flagrante delito sofreu um acidente de trânsito, o que provocou o início de incêndio em função de combustível armazenado no tanque.
Com o risco iminente de explosão, o policial conseguiu se salvar saindo pela janela. O indivíduo transportado ficou preso na viatura em chamas. Assertiva: Nessa situação, o policial poderá invocar em sua defesa a excludente de ilicitude do estado de necessidade.
ERRADO – O estado de necessidade pede perigo atual e na prova veio perigo iminente, de qualquer forma não se encaixaria. Em segundo plano o agente não provocou o acidente, assim, não há o porque alegar o estado de necessidade. E em terceiro o texto de lei do art. 24, o qual a banca realmente quis se apoiar: § 1º – Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo
RECURSOS – QUESTÕES DE PORTUGUÊS – Prof. Janaina Arruda – Concurso PM AL
Questão 1: 
Para o autor do texto, a pobreza pode ser considerada um tipo de violência porque, entre outras razões, há uma corrente na
sociologia que associa essa condição social a estereótipos de marginalidade e de criminalidade.
RECURSO: A questão é clara ao afirmar que existe uma corrente na sociologia que ASSOCIA a pobreza a um tipo de violência em decorrência de o autor CONSIDERAR pobreza um tipo de violência. Entretanto, a pobreza, segundo as hipóteses sociológicas lançadas no texto, se configura como CAUSA, não existe a possibilidade de a pobreza ser causa e violência ao mesmo tempo, pois a violência se enquadraria como CONSEQUÊNCIA dessa desigualdade. O próprio autor afirma existirem dois tipos de violência: aquela dos crimes e  aquela que se pratica contra os pobres, que os massacra e marginaliza (linhas 30-32).
Logo, classificar a pobreza como uma violência ultrapassa as informações apresentadas e desconfigura seu caráter causal na incidência de práticas criminosas, como afirma a hipótese que seve de base para o autor do texto. Assim, solicita-se a troca do gabarito para ERRADO.
Questão 3: 
Depreende-se do último parágrafo do texto que a associação entre violência e pobreza potencializa a vulnerabilidade das classes sociais menos favorecidas.
RECURSO: O último parágrafo do texto afirma que ” a violência praticada pela própria cidade, que massacra os pobres, marginalizando e criminalizando esses cidadãos”, nesse trecho o que se infere é a depreciação das classes mais baixas, mas não é possível chegar a inferência de que quanto mais pobre, mais vulnerável será o cidadão. A ideia de POTENCIALIZAR significa AUMENTAR, esse tipo de depreensão é indevida, uma vez que a pobreza é vista como uma causa, mas não existe indicativo nenhum no texto para que se afirme proporcionalidade entre pobreza e vulnerabilidade.
A intenção do texto é estabelecer uma relação entre pobreza e violência, a ideia de potencialização da vulnerabilidade ultrapassa o que o autor e a hipótese sociológica afirmam.
O texto ainda afirma que ” Enquanto se diz que os pobres da cidade são violentos, a atenção da violência que eles sofrem é invertida”, ou seja, o que se nota no texto é a tentativa de explorar a condição de pobreza dessa parcela social, de explicitar suas condições, POTENCIALIZAR iria além do que o texto permite inferir. Logo, solicita-se a troca de gabarito para ERRADO.
Questão 6: 
Para o autor do texto, a tese que associa a criminalidade à pobreza abre margem para que a punição de crimes varie em função da condição socioeconômica do transgressor, apesar de as regras de punição serem concebidas como aplicáveis igualmente para todos.
RECURSO: A questão aborda a compreensão, pois se trata da visão do autor. A primeira parte está condizente com o que o texto aborda, no entanto, o trecho que fala “as regras de punição serem concebidas como aplicáveis igualmente para todos”  não está em conformidade com o texto. Essa afirmação é uma inferência, uma espécie de certeza. No entanto, essa premissa não está presente no texto. A inferência é uma avaliação a qual se chega a partir de algumas relações que se estabelecem entre o que o texto apresenta e a implicação lógica a que se chega. Ainda que seja um consenso, a questão de compreensão não permite esse tipo de assertiva. Logo, solicita-se a troca de gabarito para ERRADO
 
Questão 14: 
Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam preservados caso o último período (R. 34 a 37) fosse assim reescrito: É esquecida a violência contra quem vive na vizinhança de condomínios de luxo e mansões fortificadas, mas não tem acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida.
RECURSO: A escrita original apresenta a seguinte construção: A violência contra quem mora próximo de condomínios de luxo e mansões fortificadas, sem ter acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida, é esquecida. Nessa estrutura, existe uma oração que desempenha a função de oração subordinada adverbial modal reduzida de infinitivo. Trata-se de um trecho com função circunstancial que imprime ideia de modo à oração principal. As pessoas que vivem em regiões próximas a condomínios de luxo vivem SEM ter acesso a bens básicos, ou seja, é o modo como essas pessoas vivem. Ainda que seja uma construção acessória, ela implica sentido no texto original.
A substituição da reescrita altera esse valor circunstancial, pois transforma a subordinada adverbial em uma oração coordenada adversativa, ou aditiva em outra interpretação. Embora seja preservada a correção gramatical, o sentido é alterado, pois o modo como essas pessoas vivem passa a apresentar uma ideia de oposição à situação esperada que essas pessoas vivessem. O sentido é modificado.
Não existe consenso na gramática acerca da oração subordinada MODAL, gramáticos conceituados como Cegalla e Bechara divergem em suas afirmações. Enquanto que para Cegalla a estrutura introduzida pela preposição SEM + verbo no infinitivo classifica-se como coordenada, para Bechara essa é uma estrutura adverbial reduzida. De qualquer maneira, existe diferença semântica entre subordinação e coordenação, o que justifica o recurso da questão. Portanto, em decorrência da divergência teórica entre os linguistas, solicita-se a ANULAÇÃO da questão.
Questão 18: 
O principal comportamento humano satirizado na tirinha é a indiferença para com as condições de vida a que são submetidas as pessoas pobres.
RECURSO: O termo indiferença, pode apresentar os seguintes significados: característica daquele que se mantêm tranquilo, não demonstrando preocupação, que se comporta de modo indiferente diante de algo ou de alguém; ausência de interesse; sentimento de apatia.
De acordo com o comando da questão, a indiferença é o principal comportamento satirizado. No entanto, e por fazer uso do conteúdo verbal e não verbal da tirinha, esse comportamento não se configura. A postura de Susanita e sua insistente fala que busca convencer Mafalda a compartilhar de suas ideias demonstram a preocupação da personagem com suas ideias. As falas “você não entende”; “pense nos barracos” ; “você não percebe”; “Não tem jeito” são exemplos de que Susanita apresenta parcialidade sobre o assunto, até mesmo a insistência em perseguir Mafalda é outro exemplo de que ela se importa com aquilo que fala. A indiferença seria a isenção dessa postura, um desleixo, uma falta de interesse até mesmo de se posicionar. Portanto, em conformidade com esses apontamentos, solicita-se a alteração do gabarito para ERRADO.
Questão 22:
As expressões “porcarias”, no segundo quadrinho, e “Não tem jeito”, no último quadrinho, são típicas da modalidade oral, e seu emprego é adequado ao nível de formalidade do gênero tirinha.
RECURSO: O gênero tirinha é caracterizado por expressões de cunho informal, característica comum à oralidade, entretanto, algumas expressões não podem ser vistas como típicas da modalidade oral. A ideia de “típico” diz respeito àquilo que é discriminativo, inconfundível, o que ultrapassa o uso da segunda expressão escolhida pela banca.
Enquanto que “porcarias”, por ser um termo pejorativo utilizado na oralidade, se enquadra ao modo de escrita da tirinha; a expressão “não tem jeito” não pode ser vista como típica da oralidade, uma vez que está presente em gêneros mais formais, como notícias ou artigos, exemplos dessa estrutura podem ser vistos em http://www.retratosmunicipais.com.br/noticias/atuacao-parlamentar/indices-das-escolas-federais-desmontam-tese-de-que-ensino-publico-nao-tem-jeito/715 ; ou nesse outro meio  http://www.valor.com.br/carreira/4626915/nao-tem-jeito-nem-jeitinho-e-hora-de-mudar
Assim, em conformidade com esses exemplos, solicita-se a alteração do gabarito para ERRADO.

RECURSOS – QUESTÕES DE INFORMÁTICA – Prof. João Paulo

Questão 41) como previsto a banca poderia marcar como Errado, contudo cabe recurso como já descrito aos alunos:

Pontos as se considerar:
1. o edital não prevê a versão do programa a ser cobrada.
2. pelos princípios de segurança da informação os programas devem ser originais e estar sempre atualizados.
3. O serviço SkyDrive não existe mais com esse nome, seu nome foi substituído pelo nome OneDrive por questões legais de registro de marcas o que proibiu a Microsoft de continuar usando o nome SkyDrive.

Portanto, mesmo usando o Microsoft Office 2013 nos dias atuais (ele devendo estar atualizado) não consta mais o serviço SkyDrive e sim o OneDrive tornando a questão errada. Assim, solicito a anulação da questão por falta de posicionamento correto acerca das versões cobradas, ou no mínimo a troca de Certo para Errado, uma vez que o programa deve sempre ser considerado atualizado.


RECURSOS – QUESTÕES DE LEGISLAÇÃO – Prof. Lucas Neto
Envio justificativa para recurso na questão 52:
PERGUNTA: Se Pedro for oficial da Policia Militar e for considerado desertor,ele será demitido de oficio, devendo seu tempo de efetivo serviço ser averbado para fins de inatividade – o período como desertor não será computado para nenhum efeito.
Comentário:
Se Pedro deixou de comparecer à unidade em que serve durante quinze dias, sem licença,a e sem avisar a seus superiores o motivo da ausência e o respectivo período, será considerado desertor, de acordo com o art. 41 do Estatuto da Policia Militar de Alagoas:
Art. 41. É considerado desertor o policial militar que por mais de oito (08) dias consecutivos:
(…)
II – afaste-se, sem licença, da Organização Policial Militar onde serve ou do local onde deva permanecer.
A deserção é de fato motivo de demissão, segundo o disposto no art. 62 do Estatuto:
Art. 62. O Oficial da Polícia Militar será demitido “ex-offício”, quando:
(…)
IV -for considerado desertor conforme artigo 41.
Em seu art. 42, o Estatuto estabelece ainda que a deserção do policial militar acarreta uma interrupção do serviço
ativo. Em seu art. 111, o Estatuto:
Art. 111. Não será computável para qualquer efeito, o tempo:
(…)
c) passado como desertor;
Até aí a questão estaria certa, mas o erro foi o de afirmar que o tempo de efetivo exercício desse policial será averbado para fins de inatividade. Não, não! Confira agora o art. 110:
Art. 110 . Tempo de serviço averbado, para fins de inatividade, é a expressão que designa o cômputo do tempo de serviço prestado pelo policial militar antes do ingresso na Corporação em atividade privada, de acordo com a Constituição Estadual.
Nada a ver com o que afirma a questão! Assim, o gabarito dado pela banca Cespe é totalmente inconcebível.
Gabarito está indubitavelmente Errado. Portanto, solicita-se à Banca a mudança de gabarito de Certo para errado.

RECURSOS – QUESTÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL – Prof. Adriane Fauth
Questão 82.

A Constituição Federal de 1988 estabelece a prisão como medida excepcional, que, em regra, depende de flagrante delito ou de ordem escrita e fundamentada.

A questão foi considerada como correta no gabarito preliminar, entretanto, o gabarito deve ser alterado porque a afirmativa está errada. Explica-se:

O art. 5o LXI determina que:
ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei”.

A questão afirma que a prisão pode ocorrer mediante “ordem escrita e fundamentada”, entretanto, não basta qualquer ordem escrita e fundamentada para a decretação da prisão, essa ordem deve necessariamente ser expedida por uma autoridade judiciária e que tenha competência para tanto.

Considerar a alternativa correta seria o mesmo que reconhecer a possibilidade de prisão por decisão de uma autoridade policial, por exemplo, ou mesmo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), o que se sabe ser impossível.

A própria banca CESPE em questões anteriores já considerou que outras ordens, ainda que escritas e fundamentadas, mas não proferidas por autoridade judiciária, não poderiam ensejar a prisão, veja uma delas:

(CESPE/2014 – TJ-CE) Ninguém será preso sem ordem escrita e fundamentada da autoridade policial competente, salvo nas hipóteses de flagrante delito e nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar definidos em lei.

Veja que o que tornou a questão errada foi a expressão “autoridade policial competente”.

Dessa forma, requerer-se-á a alteração do gabarito, uma vez que a ausência da expressão “autoridade judiciária competente” acabou por tornar a afirmação incorreta.

QUESTÃO 87.
A competência das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem é subsidiária, cabendo às forças de segurança pública tal atribuição ordinariamente.

A questão foi considerada como correta no gabarito preliminar, entretanto, o gabarito deve ser alterado porque a afirmativa está errada. Explica-se:

As atribuições constitucionais das Forças Armadas são: a defesa nacional, preservar a paz e garantir os poderes constitucionais, sendo também lhe atribuído a garantia da “lei e da ordem”, conforme se extrai do “caput” do art. 142 da CF, veja:

“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

A previsão final do dispositivo, “garantia da lei e da ordem”, é o fundamento constitucional para execução pelas Forças Armadas de operações no campo da segurança pública, entretanto, essa execução não é subsidiária, mas de fato reservada.

Isso porque às operações de segurança pública pelas Forças Armadas estão reservadas a momentos e situações específicas, o que não significa necessariamente subsidiária.

De acordo com CLÁUDIO PEREIRA DE SOUZA NETO, na obra Comentários à Constituição do Brasil, 2014, pg. 1583, as forças armadas podem executar ações de segurança pública em cinco situações:

  1. No Estado de Defesa;
  2. No Estado de Sítio;
  3. Na hipótese de intervenção Federal;
  4. Na realização de investigações criminais no âmbito de inquérito policial militar (CF, art. 144 4º , CPPM, art. 7o e 8o b)
  5. Execução de operações de policiamento ostensivo em contexto que predomine o interesse nacional, em especial em visitas de chefes de estado estrangeiros (Decreto n. 3.897/2001, art. 5o)

Observe que tais situações, a despeito de serem excepcionais, não ocorrem apenas na insuficiência da atuação dos órgãos de segurança pública, os quais, inclusive, na hipótese mencionada no item d (realização de investigações criminais no âmbito de inquérito policial militar), são proibidos de atuar (ressalvadas as policias militares).

Poderíamos acrescentar, ainda, a essas situações a atuação das forças armadas nos pleitos eleitorais, também para garantia da Lei e da Ordem e dos poderes constitucionais, quando solicitados pelo TSE, que independe de qualquer atuação dos órgãos de segurança pública. (Código Eleitoral, Lei 4.737/65, art. 23, XIV).

Dessa forma, requerer-se-á a alteração do gabarito, uma vez que a atuação das Forças armadas na garantia da lei e da ordem nem sempre se dá de forma subsidiária, o que torna a afirmação incorreta.


Gab. Preliminar – Conhecimentos Básicos

Gab. Preliminar – Conhecimentos Específicos

Prova – Conhecimentos Básicos

Prova – Conhecimentos Específicos


Alfartanos que farão a prova para o Concurso PM AL, confiram com a gente o GABARITO EXTRAOFICIAL! Logo após a prova, nosso time de professores irão fazer a correção das questões, trazendo para vocês os pontos principais que foram abordados.

> Acompanhe ao vivo pelo youtube! Aperta o play<

 Confira as provas comentadas! Concurso PM AL
Clique no nome da disciplina e baixe o arquivo comentado pelos nossos professores.
Prova Completa – PM Alagoas – Baixe Aqui

Gabarito Extraoficial – Baixe aqui

Confira as provas comentadas logo abaixo e faça o download:

Convocamos todos que irão fazer o concurso para Soldado da Polícia Militar do Estado de Alagoas e também os concurseiros que não estão inscritos, mas que buscam uma vaga nas Carreiras Policiais, para a nossa imperdível SUPER – REVISÃO DE VÉSPERA DA PM AL!

Transmissão ao vivo do youtube! Aperte o play.

Confiram as principais informações abaixo da SRV Concurso PM-AL:

Data: 28/10/2017 – Véspera da prova!!!
Horário: A partir das 9h30 – HORÁRIO DE BRASÍLIA / 8h30 – HORÁRIO LOCAL
Local: Ritz Lagoa da Anta – Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, 546 – Maceió – AL

SEGUE ABAIXO A GRADE DE AULAS:

Horários (de Brasília)

Professor

Disciplina

Duração

9:30

Evandro Guedes

Abertura

45 min

10:30

Janaína Arruda

Língua Portuguesa

45min

11:15

Nilton Matos

Direitos Humanos

45min

12:00

André Arruda

Matemática

45min

12h45

Che

História

45min

12:45 – 14h30

INTERVALO ALMOÇO

1h30

14:30

Che

Geografia

45min

15:15

Lucas Neto

Legislação

45min

16:00

Daniel Lustosa

RLM

30min

16:30

Thállius de Moraes

D. Administrativo

45min

17: 15

INTERVALO TARDE

15min

17:30

Rodrigo Gomes

Processo Penal

45min

18:15

João Paulo

Informática

30min

18:45

Evandro Guedes

D. Penal

45min

19:30

Che

Atualidades

45min

20:15

Adriane Fauth/ Thállius de Moraes

   Direito Constitucional e Encerramento

1h

 

 

É IMPERDÍVEL!!! É ALFACON!!!

É gratuito?
Sim, este evento não terá custos ao participante.

Como faço para participar?
Basta matricular-se no evento acima.

 


Está aberto o Concurso PM AL 2017. Foi publicado no Diário Oficial nesta segunda-feira, 31/07, o tão aguardado edital que ofertará 1.000 vagas para os cargos de soldado e oficial combatentes da Polícia Militar de Alagoas.

De acordo com o secretário titular da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (SEPLAG), Fabrício Marques Santos, o governo do estado já vem se empenhando há algum tempo para realizar o certame, tendo em vista, atender às demandas da população de forma mais eficaz. 

Para quem está atrás de concursos na cerreira policial, o Governador do estado de Alagoas, Renan Filho, anunciou no dia 10/05, a autorização do concurso público para a PM-AL (Polícia Militar de Alagoas), por meio de uma transmissão ao vivo feita na página oficial do Governo de Alagoas no Facebook. Este Concurso PM AL 2017 está sendo aguardado desde o ano passado, quando o coronel Lima Júnior, comandante da segurança pública, disse que o concurso contaria com mais de mil policiais (civis e militares) nas ruas para fazer a segurança da população.

Remuneração
A remuneração inicial para soldado aluno é de R$ 1.367,15, já após o curso de formação passa a ser de R$ 3.522,88. O candidato deve possuir nível médio completo e a validade do concurso é de 1 ano, podendo ser prorrogado.
Banca
Já foi definida a banca organizadora do Concurso PM AL. O Cespe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos) será a organizadora responsável pela organização e realização dos concursos para o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do estado de Alagoas. Foi assinado o contrato nessa segunda-feira, 17/07.

 

Requisitos
Com base no edital passado, do ano de 2012, são requisitos básico para ingresso no curso de formação de oficiais: Ter idade mínima de 18 anos completos e máxima de 30 anos, na data prevista para a matrícula do Curso de Formação; Possuir bons antecedentes, comprovados por meio de certidões de antecedentes criminais; Ter altura mínima de 1,65 metros, se do sexo masculino e 1,60 metros se do sexo feminino; Para concorrer a uma das vagas de Soldado, o candidato deverá ter o ensino médio completo.

>> CURSO SOLDADO POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS

Provas Concurso PM AL
A prova será realizada no dia 29/10, no formato certo ou errado e contando com 120 questões. Não haverá redação.
No último concurso, os candidatos realizaram provas objetivas e discursivas, para todos os cargos, prova de capacidade física, prova prática de digitação, de caráter eliminatório, para o cargo de Escrivão de Polícia, avaliação psicológica, avaliação de títulos, de caráter classificatório, para o cargo de Delegado de Polícia, investigação social e de conduta pessoal, de caráter eliminatório, para todos os cargos, de responsabilidade da PC-AL.

Uma das etapas do concurso é Avaliação Física. Os candidatos considerados aptos na avaliação médica das condições de saúde
física e mental serão convocados para o teste de aptidão física, sendo que, serão convocados para avaliação médica os candidatos aprovados e classificados nas provas objetivas até a 1.800ª posição.

Inscrição Concurso PM AL
As inscrições para o concurso PM-AL começam no dia 01/08 e seguem até o dia 30/08. O valor da taxa está fixado em R$ 95,00.
Último edital Concurso PM AL
No último edital PM AL, organizado pela banca CESPE-UNB em 2012, foram selecionados 1040 vagas. Entre elas, 40 vagas para o Curso de Formação de Oficiais Combatentes e 1000 para Curso de Formação de Soldado Combatentes, juntamente com a constituição de cadastro reserva.

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