Dicas de Língua Portuguesa para o IBGE

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Terminaram no dia 28 de janeiro as inscrições para o concurso do IBGE. Muitos alunos já começaram seus estudos antes mesmo do edital ser divulgado. Já outros, começaram apenas quando puderam dar aquela análise no documento e só assim, comprovar que o concurso ia mesmo sair. Mesmo existindo diferentes tipos de alunos, no final todos querem apenas uma coisa: conquistar um cargo no concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para ajudar a realizar este sonho, preparamos algumas dicas de cada disciplina que será cobrada no dia da prova. Começando com algumas dicas de Língua Portuguesa preparadas pela professora Janaina Arruda. Confiram!

Gênero textual

É preciso saber reconhecer o gênero do texto apresentado. As narrativas são caracterizadas pela cronologia na apresentação de um fato com começo, meio e fim. Não é sempre que teremos as falas ou enredos infantis, cuidado!

A descrição é predominante em notícias, por exemplo, pois o detalhamento de pessoas e situações é essencial para a construção desse gênero. Pode também apresentar a descrição de uma pesquisa, a descoberta de um medicamento ou até mesmo de uma lei.

A argumentação é predominante em textos opinativos, os quais defendem uma opinião ou um posicionamento frente a algum tema polêmico, por exemplo. Esses textos fazem uso de uma base argumentativa sólida para embasar a opinião defendida.

Semântica

O sentido e o emprego dos vocábulos são necessários para uma boa compreensão e interpretação das ideias apresentadas no texto. Logo, é preciso conhecer sinônimos, pois a substituição de termos e a possível mudança de sentido que isso acarreta é uma questão frequente nas provas.

Tempos e modos verbais

Os verbos possuem três modos que estão associados a intenção de seu uso:

  • Indicativo: apresenta a ideia de certeza;
  • Subjuntivo: apresenta a ideia de possibilidade, dúvida, incerteza;
  • Imperativo: apresenta a ideia de ordem; conselho.

Tempos e modos caminham juntos, pois cada modo apresenta uma ideia diferente na flexão de tempo. Para o imperativo há uma ideia de afirmação e negação (não há a primeira pessoa).

Indicativo: Presente: falo

Pretérito perfeito: falei

Pretérito imperfeito: falava

Pretérito mais-que-perfeito: falara

Futuro do presente: falarei

Futuro do pretérito: falaria

Subjuntivo: Presente: (que eu) fale

Pretérito imperfeito (se eu) falasse

Futuro: (quando eu) falar

Imperativo: Afirmativo: fala (tu)

Negativo: não fales (tu)

Formação de palavras:

Há apenas duas possibilidades de formação de palavras na língua portuguesa: Composição e Derivação:

Quanto à Derivação, pode ser (mais frequentes):

  • Prefixal: acrescenta-se um prefixo releitura
  • Sufixal: acrescenta-se um sufixo alfabetização
  • Parassintética: prefixo e sufixo AO MESMO TEMPO desalmado

Quanto à Composição, pode ser (mais frequentes):

  • Justaposição: palavras colocadas lado a lado sem que exista perda de fonema:

Guarda-sol; passatempo.

  • Aglutinação: palavras colocadas lado a lado com a perda de fonema:

Planalto (plano + alto); aguardente (água + ardente)

Período Simples: termos da oração

É preciso conhecer e saber identificar os termos presentes nas orações de período simples, pois compreender as relações existentes entre esses termos facilitará o entendimento de questões que apresentem substituição, análise ou função dessas palavras na oração.

Termos essenciais:

  • Sujeito
  • Predicado

Termos Integrantes:

  • Complemento Verbal: Objeto direto; objeto indireto; objeto direto e indireto
  • Complemento Nominal
  • Agente da passiva

Termos acessórios:

  • Adjunto adnominal
  • Adjunto adverbial
  • Aposto

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